26/11/2021

Lei oficializa o Maio Amarelo em todo o estado de São Paulo

Norma é fruto de projeto do deputado Roberto Engler

Foi publicada, nesta sexta-feira (26), a lei 17.454, de autoria do deputado estadual Roberto Engler (PSB), que oficializa a Campanha Maio Amarelo, com ações de prevenção e educação pela diminuição de vítimas e acidentes de trânsito. A norma é oriunda do projeto 844/2014, aprovado no fim de outubro, pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.


De acordo com a lei, fica a cargo do Detran coordenar as ações em apoio ao Movimento Maio Amarelo, podendo o órgão buscar apoio de entidades privadas e do terceiro setor para realizá-las. A intenção é promover a reflexão sobre as práticas diárias no trânsito.


"Um trânsito mais seguro depende de cada um de nós. Ter atenção e respeito, agir solidária e humanamente. A ideia é que o estado oficialize o mês de maio como um período de reforço à conscientização dos motoristas e de todos os cidadãos, inclusive os pedestres”, acredita Roberto Engler.


O Movimento Maio Amarelo surgiu mundialmente há dez anos. “Já temos iniciativas importantes ocorrendo, ano após ano, no mês de maio e envolver o Governo na campanha só vai fortalecê-la”, diz o deputado Roberto Engler.


O Maio Amarelo é um movimento similar a outros, como o Outubro Rosa (em prol do combate ao câncer de mama) e o Novembro Azul (a favor do combate ao câncer de próstata e já oficializado em São Paulo pela lei 15.430, de autoria do próprio deputado Roberto Engler), que alcançam grande sucesso em suas ações.


A escolha da cor remete ao semáforo, em que o amarelo significa atenção. “Vale a pena reafirmar que a ideia inicial do movimento é que cada um de nós reavalie a forma como nos comportamos quando saímos de casa em direção ao trabalho, à escola ou a qualquer outro lugar. Ou seja, vale para os motoristas, mas não apenas para eles”, afirma o deputado Roberto Engler.


Segundo dados da ONU, 1,35 milhão de pessoas morrem em acidentes de trânsito a cada ano. Somente no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, são 32 mil vítimas.