29/03/2017

Barrinha aguarda reinício de Estação de Tratamento de Esgoto

Cidade precisa de ao menos R$ 2 milhões para retomar obras em 2017

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Roberto Engler, Anailson do Sindicato, Ricardo Borsari, Katiá e Aline Cristina de Souza Ubida

A retomada da construção da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) de Barrinha foi assunto de audiência realizada na tarde de ontem (28), no Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica), em São Paulo. O departamento precisa de ao menos R$ 2 milhões para reiniciar a obra neste ano.

O deputado estadual Roberto Engler (PSDB), o prefeito de Barrinha, Mituo Takahasi, o Katiá (PPS), e os vereadores Aline Cristina de Souza Ubida (PPS) e Anailson Conrado de Jesus, o Anailson do Sindicato (PPS), se reuniram com o superintendente do Daee, Ricardo Borsari.

Segundo Borsari, o Daee, assim como a maioria dos órgãos estaduais, tem enfrentado dificuldades por conta da queda de arrecadação enfrentada pelo Governo Estadual nos últimos anos. Menos da metade da previsão de investimentos deita pelo departamento para 2017 foi autorizada. Por isso, para iniciar novas obras, seria necessário um reforço de verbas.

“Há um compromisso firmado não apenas pela secretaria e pelo Daee, mas pelo próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB), em palanque, durante visita à cidade, há dois anos. O pedido será discutido dentro do Governo para que Barrinha possa ser atendida. Esperamos que a resposta seja positiva”, disse o deputado Roberto Engler.

A Estação de Tratamento de Esgoto de Barrinha está sendo construída em área de 16 hectares, na Vila Recreio, nos fundos do Ginásio Prefeito Jamil Calil. Quando estiver pronta, fará chegar a 100% a taxa de coleta de esgoto doméstico no município e a 60% a taxa de tratamento de resíduos urbanos. Atualmente, o esgoto é despejado no Córrego Jatobá, que atravessa a cidade.


CASAS
Além da necessidade de tratamento do esgoto da cidade, a construção da ETE de Barrinha é urgente também por outra razão: a licitação para a retomada das obras é condição exigida pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) para a entrega de parte das 296 casas populares que estão sendo erguidas próximo ao bairro Vera Lúcia.

Ao menos 100 moradias estão prontas e aguardam a solução da questão ambiental para poder ser liberadas para as famílias sorteadas. “É um dilema complicado, que reforça ainda mais a necessidade da Estação de Tratamento de Esgoto. Vamos aguardar uma solução do Daee para as próximas semanas, para que CDHU possa atuar logo depois”, disse o deputado Roberto Engler.