27/09/2016

CDHU reafirma autorização de 137 casas em Ribeirão Corrente

Órgão estadual diz que moradias só precisam que a Prefeitura ceda terreno

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Roberto Engler e Marcos Penido

Em dezembro de 2012, o então prefeito de Ribeirão Corrente, Luiz Cunha, e o deputado estadual Roberto Engler (PSDB) estiveram na CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), em São Paulo, e conseguiram a liberação de 137 casas populares para a cidade. Passados quatro anos, as moradias não saíram do papel porque a Prefeitura da cidade não ofereceu área que possa abrigá-las.

A informação foi revelada pelo presidente da CDHU, Marcos Penido, ao deputado Roberto Engler, em audiência realizada na manhã de hoje (27), na capital. Segundo Penido, a autorização para construção das unidades habitacionais permanece em vigor e só depende da doação de um terreno à companhia para se tornar realidade.

“O modelo de construção de casas da CDHU passa por uma contrapartida do município, que é o terreno que vai abrigar o conjunto habitacional. Não há um padrão exato para essa área. É necessário apenas que ela esteja devidamente regularizada e seja oficialmente doada ao Governo do Estado. Desde dezembro de 2012, isso não ocorreu”, afirmou o deputado Roberto Engler com base em relato feito por Marcos Penido.

À época da autorização das casas, concedida pelo então secretário estadual da Habitação, hoje deputado federal, Silvio Torres, o município inclusive tinha em vista a aquisição e cessão de lotes com infraestrutura localizados no Residencial Farid Salomão. No entanto, nos últimos anos, nem este nem outro projeto avançaram no sentido de viabilizar a construção das moradias.

Desde 1996, não há novos empreendimentos da CDHU em Ribeirão Corrente.