19/08/2015

Construção de 232 casas em Guaíra deve começar em 2016

Convênio que garante as moradias deve ser assinado até o fim deste ano

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Sérgio de Mello, Natal, Roberto Engler e Marcos Penido

A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) planeja iniciar a construção de 232 casas em Guaíra em 2016. Convênio entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado de São Paulo deve ser assinado até o fim deste ano, garantindo a liberação de recursos para as moradias. Depois disso, deve ser aberta a licitação para as obras, que, a princípio, devem ser gerenciadas pela própria companhia estadual.

Reunião realizada na tarde de hoje (19), em São Paulo, confirmou esse cronograma. O deputado estadual Roberto Engler (PSDB), o prefeito Sérgio de Mello (PT), o vereador José Natal Pereira (PSDB) e o engenheiro Edvaldo Dantônio de Araújo foram recebidos pelo presidente da CDHU, Marcos Penido.

“Em uma reunião de trabalho, ficou estabelecido o começo da construção das moradias para 2016. O Governo do Estado está destinando investimentos para que o déficit habitacional existente em Guaíra possa ser reduzido”, disse o deputado estadual Roberto Engler.

O município também será beneficiado com subsídio oferecido pelo Governo do Estado para a aquisição da área para as casas. No caso de Guaíra, R$ 400 mil (repasse de R$ 2 mil por lote, limitado a 200 lotes) devem ser reembolsados. Outros cerca de R$ 140 mil devem ser liberados pelo Governo do Estado, quando as obras começarem, para arcar com custos de projeto das moradias.

As unidades habitacionais devem seguir o padrão da CDHU, com entre 40 e 50 metros quadrados de área útil, com sala, cozinha, banheiro, dois dormitórios, esquadrias em alumínio e aquecimento solar, entre outras características.


ADEQUAÇÕES NECESSÁRIAS
Adequações nas redondezas do conjunto habitacional devem ser realizadas pela Prefeitura e devem estar prontas quando as casas também estiverem concluídas. As duas principais se relacionam com a construção de um canal de drenagem e de um emissário que permita desativação de lagoas de tratamento de esgoto próximas à área que será cedida à CDHU. 

A construção das casas pode ser iniciada sem que essas obras sejam executadas, no entanto, a entrega das unidades habitacionais à população não poderá ser realizada sem que esses dois problemas estejam resolvidos.

“São duas exigências que condicionam a finalização da obra e a distribuição das chaves aos mutuários que serão sorteados. Ou seja, sem a solução desses dois problemas, as casas não poderão ser entregues à população”, ressaltou o deputado estadual Roberto Engler.