29/04/2014

Governador entrega a restauração da EE Abílio Manoel

Obra foi iniciada em 2011 e concluída no ano passado

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Fachada da EE Abílio Manoel

A restauração da Escola Estadual Abílio Manoel, de Bebedouro, que contou com intermediação do deputado estadual Roberto Engler (PSDB) para ser viabilizada, também foi entregue pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em visita a Bebedouro nesta segunda (28). O Governo do Estado investiu R$ 1,65 milhão na obra. Alckmin ainda entregou a nova Etec da cidade (leia mais aqui) e o Poupatempo (leia mais aqui), entre outros investimentos

A restauração da Abílio Manoel começou em setembro de 2011 e terminou no ano passado e sofreu uma série de imprevistos antes de ser iniciada. O deputado Roberto Engler trabalhou pela liberação da obra desde 2008. 

No início de 2009, a licitação para a obra chegou a ser confirmada.  “Naquela oportunidade comemoramos a notícia, pois tudo dava a entender que ainda naquele ano a recuperação do prédio seria iniciada. No entanto, alguns imprevistos atrapalharam essa previsão”, relembrou Engler.

O Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) identificou uma falha na localização da quadra da escola. Construída há muitos anos, o espaço esportivo e sua cobertura, também conseguida com o apoio de Engler, prejudicava a manutenção do patrimônio histórico (o imóvel da Abílio Manoel é tombado) de acordo com o conselho. “Identificada essa falha, retomamos o trabalho para corrigi-la e liberar a obra”, revelou o parlamentar.

Junto à FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), órgão ligado à Secretaria Estadual de Educação, Engler conseguiu a adaptação da quadra, que teve suas dimensões reduzidas para que as normas do Condephaat fossem respeitadas. “Essa solução da redução do tamanho da quadra foi a única saída viável para resolvermos o impasse”, afirmou o deputado.

Os procedimentos para solucionar o problema levaram bastante tempo. No entanto, depois disso, ainda faltava o reconhecimento do conselho de que as medidas tomadas foram suficientes para sanar a situação. 

“Comunicamos a alteração ao Condephaat e monitoramos a apreciação do caso até que houvesse o aval definitivo e o desembargo da obra. Isso ocorreu no fim de agosto de 2011, quando foi possível iniciar obra”, rememorou Engler.